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Duas grandes empresas de serviços acreditavam que existia potencial para partilharem uma infra-estrutura tecnológica em vez de manterem infra-estruturas individuais. Uma das empresas necessitava de um projecto de renovação tecnológica. A segunda podia oferecer a partilha da sua infra-estrutura tecnológica já renovada. O potencial esperado era de 30-40% de redução de custos.
A BCG realizou a avaliação da viabilidade e do interesse do acordo para ambas as empresas. Avaliámos a cobertura funcional e tecnológica da infra-estrutura a partilhar, o projecto de implementação e a estrutura de custos futuros de cada uma das empresas comparando-a com os custos individuais de cada uma delas.
A nossa análise revelou que as poupanças esperadas no desenvolvimento de software não se alcançariam sem a partilha da totalidade das funcionalidades disponíveis; 5-10% de poupança não justificava as dificuldades de gestão do acordo e os riscos inerentes. Adicionalmente, a externalização do hardware com especialistas apresentava-se como uma melhor alternativa para a empresa que precisava de renovar a sua infra-estrutura.
A nossa recomendação foi não avançar na colaboração pretendida. Actualmente as empresas mantêm as suas infra-estruturas separadas.
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